segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Traficante entrega-se na Rocinha após apelo da mãe

Um traficante de droga escondido na favela da Rocinha, ocupada pelas autoridades na madrugada de domingo, decidiu esta segunda-feira entregar-se à polícia, após ouvir os conselhos da mãe.
 
foto Luiza Castro/AFP
Traficante entrega-se na Rocinha após apelo da mãe
A polícia tem apelado aos moradores para que denunciem traficantes
 
Aroldo do Santos, de 31 anos, estava foragido há 13 dias e cumpria pena por associação ao tráfico, em Niterói, cidade localizada na região metropolitana do Rio de Janeiro.
Segundo relatos da Imprensa local, o acto foi aplaudido pelos moradores presentes.
O sub-comandante do Batalhão Especial (Bope), Marco Antonio Gripp, aproveitou a ocasião para instigar outros criminosos que ainda permanecem escondidos na comunidade a fazerem o mesmo.
Segundo o sub-comandante, esta é uma "oportunidade" para os foragidos se entregarem, cumprirem suas penas, e logo 'retomarem' à sociedade para levar uma vida "decente".
Os polícias também têm apelado aos moradores para que denunciem os esconderijos dos traficantes.

FONTE: Jornal de Noticias

Redes sociais são combustível para a infidelidade?

Antes, a suspeita podia nascer dos excessos do conta-quilómetros, da conta bancária, do horário. Agora, qualquer rede social pode fazer disparar o alarme. Comenta demasiado as fotografias ou as palavras de alguém? O que escreve? E como reage o outro? As novas tecnologias introduziram algumas mudanças na forma como as pessoas se relacionam umas com as outras. Sete em cada dez portugueses consideram-nas um combustível para a infidelidade.

Não há quem não tenha uma história para contar. Basta lançar o repto na mais popular rede social, o Facebook, para as coleccionar. Ora, leia esta: "A melhor foi a de uma colega de trabalho que estava a meio do expediente. Ligou o Facebook e leu um daqueles posts de perguntas acerca de amigos na página do marido. Era qualquer coisa como: "P: Quando é que X é mais mal disposto? R: Ao pequeno-almoço." Ela perguntou-nos o que achávamos que aquilo queria dizer. Foi um pé-de-vento lá em casa."

O desconfiado pode vigiar o perfil do companheiro. "Hoje, ao contrário do passado, a não exclusividade é razão para desfazer um casamento", nota a terapeuta familiar Gabriela Moita. "E muitos casais vivem obcecados com a ideia de descobrir se o outro lhe é infiel. Controlam os telemóveis, o Facebook, a Internet, tornam a vida, a sua e a do outro, terrível."

Na Internet, como fora dela, nem sempre o que parece é. Só para lançar a confusão, lembra a psicóloga Catarina Ribeiro, uma pessoa pode escrever no mural de outra: "Adorei o nosso último encontro." Até um casal estável pode ser permeável a um comentário deste tipo. Uma mulher inquietou-se ao ler no mural do marido: "Não podemos adiar o nosso reencontro." Não era, afinal, uma amante. Era uma antiga colega de escola que o queria reencontrar.

As redes sociais têm a particularidade de trazer, de enxurrada, figuras de outros tempos. Sobram histórias de namorados da adolescência ou da juventude que se reencontram na Internet, e que, embalados pela intensidade do passado, idealizam um futuro. Quantos casados?

O psiquiatra Allen Gomes não sabe se a infidelidade aumentou. Sabe que "as pessoas são apanhadas". "Porquê? Porque têm um desejo tão grande de ser amadas que guardam as mensagens escaldantes que recebem no Facebook e no telemóvel. Não as apagam. E são descobertas. É como as cartas de amor de antigamente, que se guardavam com um laçarote."

A escritórios de advogadas como Rita Sassetti chegam cada vez mais casos de divórcio resultantes de infidelidades descobertas nos computadores e nos telemóveis. Um estudo britânico responsabiliza o Facebook por 20 por cento dos divórcios. Em Portugal, não há estudos. Os portugueses, todavia, parecem convencidos dos poderes (maléficos?) das novas tecnologias: 55,4 por cento concordam e 16,2 por cento concordam completamente com a ideia de que contribuem para o aumento da infidelidade. Esta crença é mais forte no Norte litoral. E mais fraca entre divorciados.

Para Gustavo Cardoso, especialista em tecnologias de informação, não tem sentido culpar as novas tecnologias: "A lógica das redes sociais é multiplicar as relações fracas e aprofundar as relações fortes." É inegável que a Internet alarga o universo de pessoas acessíveis. A paixão, porém, requer bem mais do que isso. Tem de haver uma certa predisposição para a viver. "Se as pessoas querem ser infiéis, tanto podem sê-lo saindo à noite, como indo ao Facebook", enfatiza. "É possível ser mais infiel no Facebook? É. Até se pode ter seis janelas abertas ao mesmo tempo."


Fonte: O Público

Infidelidade conjugal – O motivo

As razões para a infidelidade conjugal são tantas e tão variadas como as pessoas envolvidas. Emily M. Brown, LCSW, diretora do Key Bridge Therapy and Mediation Center, categorizou os motivos para relacionamentos fora do casamento da seguinte forma: para evitar conflitos, por falta de intimidade, vício sexual, personalidade dividida e fuga. Muitas das razões apresentadas aqui se encaixam em uma ou mais destas categorias.

Curiosamente, os relacionamentos fora do casamento nem sempre são um sinal de um casamento ruim. Alguns cônjuges se entregam à atração de uma relação extraconjugal como o resultado de um estresse causado por uma grande mudança em sua vida, como se tornar um pai ou mãe ou quando os filhos saem de casa. Então, o adultério pode ocorrer em casamentos felizes ou infelizes. Em alguns casos, os cônjuges podem aparentar ser contentes aos estranhos, mas o marido ou a mulher começa um caso por causa de sua própria baixa auto-estima, para evitar conflitos habituais ou por medo da intimidade. O cônjuge fiel pode ter investido muito em seu casamento, mas o outro cônjuge muitas vezes vai mesmo assim ter um caso por causa de seus próprios problemas. Outras razões para a infidelidade conjugal normalmente são sintomáticas de um casamento infeliz e que está a caminho de dissolução. 

Alguns desses motivos são a falta de afeto entre os cônjuges, o vício sexual de um ou ambos os cônjuges, os sentimentos de direito sexual baseados no gênero ou posição social e como uma forma de escapar à realidade de um casamento infeliz.

Ex-juiz acusa maçonaria de controlar a justiça

Ex-juiz acusa maçonaria de controlar a justiça
"O sistema de justiça português é constituído por lojas maçónicas e controlado pela maçonaria. Além de controlar as decisões dos processos - incluindo os casos da Universidade Moderna, Portucale, Casa Pia, Apito Dourado e Isaltino Morais -, controla igualmente a carreira dos juízes e dos magistrados do Ministério Público e dos altos funcionários do Estado", diz José da Costa Pimenta, em carta para a actual ministra e os principais protagonistas do sector. 

Fonte: Diário de Noticias

PSP apreendeu 50 mil doses de heroína em São Brás de Alportel

Uma investigação da PSP que decorria há seis meses, culminou, este domingo de manhã, na detenção de dois homens e na apreensão de 50 mil doses de heroína, no valor de 160 mil euros, em São Brás de Alportel.
 
foto GONÇALO VILLAVERDE/global imagens
PSP apreendeu 50 mil doses de heroína em São Brás de Alportel

 
A operação de "grande envergadura" decorreu entre as 05.00 horas e as 06.30 horas, no sítio da Soalheira, em São Brás de Alportel, e resultou na detenção de dois homens, de 20 e 23 anos, suspeitos de tráfico de droga, informou a PSP em comunicado.
A detenção ocorreu na sequência de uma investigação que decorria há cerca de seis meses, e foi realizada por elementos da Esquadra de Investigação Criminal e do destacamento da Unidade Especial do Corpo de Intervenção da PSP, munidos de um mandado de busca domiciliária.
Além das 50 mil doses de heroína, no valor de 160 mil euros, foram apreendidos ainda dois veículos automóveis, seis telemóveis, duas balanças de precisão, tesouras, facas e 2380 euros em dinheiro, no decurso da operação.
Os detidos vão ser presentes ao Tribunal Judicial de Faro, na segunda-feira, às 09.00 horas, para interrogatório judicial e aplicação de medidas de coacção.

Fonte, Jornal de Noticias