sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Navio Patrulha “Guardião” será baptizado amanhã em São Vicente



O Navio Patrulha "Guardião" vai ser entrega e baptizado amanhã, 7, no Porto
Grande, em São Vicente, a cerimónia será presidida pelo Primeiro-ministro, José
Maria Neves.O navio vaireforçar o patrulhamento da Zona Económica Exclusiva
de Cabo Verde (ZEE) e realizar acções de busca e salvamento, fiscalização,
combate ao tráfico ilícito, pesca ilegal,entre outras actividades.
O Guardião tem uma dimensão de 50 metros, que pode atingir até 25 milhas
por hora, podendo navegar em condições de segurança no estado de tempo e de mar
prevalecentes na ZEE de Cabo Verde.O Navio foi construído no Estaleiro
DAMEN, na Holanda, e é co-financiado pelo Estado de Cabo Verde, pela Enapor e
pela ORET- Cooperação Holandesa no valor de 10.9 milhões de euros.
Fonte: Expresso das Ilhas.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

PENSAMENTO

"O FUTURO PERTENCE AQUELES QUE ACREDITAM NA BELEZA DOS SEUS PRÓPRIOS SONHOS!"

O RELATÓRIO ESCRITO


O relatório escrito é uma ferramenta de extrema importância para o trabalho do I.P., é a última a ser usada para completar uma boa investigação, ou como complemento intermédio da mesma.

Um bom relatório, é o resultado de uma boa investigação. Nesta matéria, irei dar algumas dicas para a elaboração de um relatório.

Uma das maiores diferenças entre o humano e os animais, é a capacidade que o Homem tem em aprender, ler e escrever. Essa capacidade, permite haver uma eficaz comunicação entre as pessoas, podendo relatar o que vê, ouve, sente, cheira, etc. O relatório escrito, é um dos principais factores no que toca ao sucesso ou ao fracasso de cada pessoa individualmente, ou até de uma empresa no geral.

Um Investigador Privado competente, deve ser capaz de elaborar um relatório escrito de forma clara e objectiva, em bom português tanto a nível de escrita, como de gramática. Ser o melhor investigador do mundo não é suficiente, se o mesmo não souber transmitir no papel ao seu cliente, o resultado do seu trabalho.

A pessoa que lê o relatório elaborado pelo P.I., deverá ter uma imagem clara e fiel de toda a actuação por parte do P.I., este deve ser completo, de fácil entendimento e conclusivo de toda a acção desenvolvida no terreno por parte do P.I., logo, é fundamental tomar notas ao longo de toda a investigação, de forma a haver um registo de todos os pormenores recolhidos. É de extrema importância fazer esses registos de forma dissimulada e discreta, para que não haja constrangimento ou algum tipo de problema durante abordagens não esperadas. As notas são então muito importantes, escusado será dizer que não se deve fiar somente sua na memória.

Existem dois tipos de relatórios escritos para P.I., são eles o RELATÓRIO SUMÁRIO, que poderá ser solicitado pelo nosso cliente, para este decidir se quer ou não continuar com a investigação, de acordo com os elementos recolhidos até ao momento e o RELATÓRIO FINAL, este último conclui a investigação, devem ser explicados os motivos, as razões, deverão ser respondidas todas as questões que levaram o cliente a contratar o serviço. Este relatório tem cariz definitivo, ou eventualmente, caso o resultado não tenha sido o desejado, deverá poder ser reaberto numa possível decisão por parte do cliente, optando pela continuação do serviço.

Para um relatório ser bem elaborado, o seu autor não tem necessariamente que ser portador de curso superior, ou especialista em escrita,  terá sim que ter habilidade e senso comum, com treino e dedicação, é atingido o grau desejado.

Tenha em mente que, um bom relatório escrito, não é de forma alguma do tamanho de um "testamento", pense por exemplo num telegrama e que as palavras que lá coloca, valem dinheiro, logo, deverá colocar em poucas palavras todos os acontecimentos relevantes. Isto faz com que seja objectivo e não se perca no texto que está a redigir.

CONCLUINDO:

Um relatório escrito não deverá ser extenso, deverá conter todos os factos recolhidos, expressos de forma clara e compreensível para quem o vai ler, deve conter os dados de acordo com o que foi solicitado, neste contexto, não deverá conter opiniões ou sentimentos de quem o executa. A opinião ou o estado de espírito do investigador, não deverão nunca fazer parte de um relatório escrito.

Espero que esta matéria tenha sido do interesse geral. Volto em breve com mais temas!

Até lá, um abraço!

Paulo Perdigão


HOLOCAUSTO!

Na operação Natal da GNR que durou apenas 4 dias morreram 11 pessoas e ficaram 24 feridas com gravidade, em 604 acidentes! Isto significará, no final dos 30 dias seguintes, pelo menos 13 mortos. Estes dados são apenas os fornecidos pela GNR.

Não estão incluídos nestas estatísticas os restantes dados fora desta operação especial da GNR.
Sempre que presto alguma atenção às estatísticas dos acidentes rodoviários e respectivas consequências, sobretudo em perda de vidas humanas e danos corporais, não consigo deixar de sentir um tremor a percorrer-me a “espinha”.

Dependendo da fonte e do método aplicado, falamos numa média de entre 16 a 18 mortos por semana (a 30 dias), nas estradas portuguesas. E pasme-se: a maior parte destas vítimas resulta de acidentes durante o dia, normalmente a horas de pouco tráfego, com piso seco e por despiste. É verdade que o número de acidentes, de mortos e de feridos tem vindo a diminuir ao longo da última década.

Em 2010 o número de vítimas mortais foi de cerca 840 (a 30 dias), contra cerca de 1860 em 2000. Também o número de feridos graves e ligeiros diminuiu (cerca de 22%) mas não o bastante para que toda esta situação não se assemelhe a uma grave catástrofe natural ou nuclear. Em 2011 o panorama não será muito melhor, quando o balanço for efectuado.

É nas Estradas Nacionais e nos arruamentos urbanos que se concentram o maior número de mortos e feridos graves. Apesar de muitos erros técnicos na concepção das nossas estradas e de concentração de tráfego nas ruas das nossas cidades, nada justifica a dimensão deste flagelo a não ser a indisciplina, ignorância e negligência de muitos condutores e alguns peões.

Se anulássemos o efeito positivo que os dispositivos de segurança activa e passiva que actualmente equipam quase todos os veículos – como o ABS, ESP, DTC e PSM, os airbags, os sistemas de bloqueio dos cintos, os Isofix, etc. – bem como as melhorias introduzidas nas vias rodoviárias, poderíamos talvez concluir que pouco foi de facto concretizado do lado do condutores para que este “holocausto” quase desapareça. Ainda assim, é nas auto-estradas, muitas delas com desenho técnico deficiente e em alguns casos com pisos de “cross”, que o menor número de mortos e feridos graves acontece, proporcionalmente falando. 

Recorde-se que, em geral e em média, em cada 100 feridos graves, seis acabam por falecer em consequência do acidente. Mas as estatísticas também nos revelam que quando as sanções pecuniárias e acessórias são agravadas e se tornam obrigatórios determinados comportamentos mais seguros (i.e. 50 km/h nas localidades, uso obrigatório de cinto de segurança nas cidades, etc.) a sinistralidade mortal reduz-se de forma notória. Sinceramente, creio que a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, bem como as divisões de trânsito da GNR (futura BT novamente) e PSP têm dado o seu melhor. Mas também creio que é necessário fazer muito mais. Concretizar! É necessário ser muito incisivo na educação colectiva dos condutores e proporcionalmente punitivo. Aqui diria mesmo, à Alemã, sem contemplações.

Se por efeitos das emissões de gases e partículas é conveniente manter a velocidade máxima nas AE em 120 km/h, para efeitos da segurança rodoviária, parecia-me mais racional permitir um pouco mais (140 km/h) e ser absolutamente severo nos excessos. Nas localidades, a violação de sinais de trânsito, sobretudo dos semáforos, deveria também ser duramente castigada. As lombas sonoras em zonas de travagem, que apenas servem para derrapagens em piso molhado, deveriam ser substituídas por piso antiderrapante adequado, a sinalização de cruzamentos e de entradas de vias nas EN muito mais visíveis, etc., etc. Muito disto já consta no papel, mas muito falta concretizar.

Num ano de difícil orçamento, a questão dever-se-ia então colocar: Qual seria o seu custo-benefício, para o País, poupando estas vidas, dias de paralisação dos feridos graves e ligeiros, helicópteros e ambulâncias do INEM e despesas hospitalares? E insisto, qual deveria ser o papel das seguradoras neste plano? Se o país é o principal interessado em termos macro, afinal não são elas também umas das principais interessadas em termos micro?

Matéria gentilmente enviada por Lino Gonçalves.

FACEBOOK: ESTARÁ A VIOLAR A LEI?

Um estudante alemão, está a processar o "Facebook", por julgar ter descoberto que esta rede social mantêm em seu poder dados que deveriam ter sido eliminados, após o usuário da rede os apagar!

É sem dúvida preocupante, tendo em conta que em todo o mundo, são já 800 milhões de pessoas a usar esta rede social.

Assista ao vídeo e tire as suas conclusões, tanto em relação ao "Facebook", como a outras redes que possa estar conectado...!






 Matéria gentilmente enviada por Lino Gonçalves.