Curta a história da criminologia, cujo aparecimento como“ciência”identifica-se há pouco mais de um século.É que a história da criminologia é a história de um “tempo”enriquecido pela contínua sucessão, alternância ou confluência de métodos, de técnicas de investigação, de áreas de interesse, de envolvimentos teoréticos e ideológicos. Nestes termos, a perspectiva histórica surge como necessária para referenciar correctamente o complexo problema criminologia, que subsiste em cada uma das escolas mas persiste para além de todas elas.Por outro lado, a visão histórica permitirá considerar melhor a projecção das teorias criminológicas na política criminal e nos quadros ideológicos em geral. As relações entre a criminologia e a ideologia não têm apenas um sentido; também a ideologia sofre a influência das concepções criminológicas. Várias determinações são realçadas em pormenor: o iluminismo dirigiu sobre o “delinquente”;a criminologia clássica americana pretendeu reformar a “sociedade”;o interaccionismo quis modificar a “reacção à delinquência”;a criminologia radical propõe-se contestar o “sistema social”!Certos pressupostos que legitimaram o “modelo médico”,isto é, a crença de que o crime tem natureza de sintoma de uma doença subjacente. A perspectiva histórica apresenta, por último, duas vantagens suplementares: pode, por um lado, constituir um antídoto eficaz contra a tentação da auto-suficiência e do lado, avaliar capacidade de progresso duma ciência que já foi qualificada de (rei sem reino). É facto incontestável que apesar de…talvez por isso mesmo…pretendemos e necessitarmos de saber muito mais.Pela primeira vez, termo criminologia terá sido utilizado, há pouco mais de um século (1879), pelo antropólogo francês TOPINARD. Mas foi, por outro lado, em (1885) que ele apareceu como título duma obra científica: A CRIMINOLOGIA DE GARÓFALO.Na altura vários autores anteriores tinham ideias diferentes, mas com objectivos iguais. A começar por PLATÃO, que viu o crime como sintoma duma doença cuja causa seria tríplice: as paixões (inveja, ciúme, ambição, cólera), a procura do prazer e a ignorância. Em conformidade, encarava a pena um remédio destinado a libertar o delinquente do mal e que poderia chegar à sua eliminação se aquele mostrasse refractário a
tratamento.Enquanto,ARISTÓTELES, (ética a nicómaco), considerava o criminoso um inimigo da sociedade, que deveria ser castigado (tal qual se bate num animal bruto preso ao jugo). A par disto, atribuía (na Política) grande relevo à miséria como causa do crime e factor de revolta. ´MORUS(utopia) considerava o crime como reflexo da própria sociedade. E não podíamos esquecer nem de mencionar nome B. DELLA PORTE, considerado o fundador da “fisiognomia”e autor dum livro justamente intitulado A FISIONOMIA HUMANA (1536), no qual refere a partir da observação e estudo dos cadáveres de vários criminosos concluiu pela existência de conexões entre as formas do rosto e o crime, assim abrindo a porta às teorias (craneoscópicas) ou (frenológicas) que mais tarde seriam defendidas.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
MODUS OPERANDI
Modus Operandi, é um termo oriundo do latim e significa modo ou método de operação. Tem como fundamento as actividades próprias do criminoso, isto é, o modo pelo qual pratica determinada acção como hábito, por experiências anteriores.
A primeira matéria publicada sobre o tema, surgiu em Yorkshire, Inglaterra e teve como autor o major W. Atcherly, resultado este obtido através de inúmeras observações sobre cada caso que lhe era apresentado.
Modus Operandi é o conjunto de informações fornecidas pelo criminoso, através da sua específica e individual maneira de agir, incluindo a sua forma de de falar, de estar, ferramentas e armas que usa nos seus crimes, objectos que costuma furtar, métodos e técnicas utilizadas, além de outras características próprias, desde os seus dados pessoais, a tatuagens, cicatrizes, sinais característicos, deformidades físicas, modos de andar etc.
O Modus Operandi foi desenvolvido com base no próprio criminoso que, como todos os seres humanos, é uma criatura que adquire hábitos. Como se sabe, o hábito pode ser adquirido de forma intencional e de forma acidental. Depois de fazermos determinada coisa, o nosso subconsciente reagirá de uma maneira que, todas as vezes que formos fazer a mesma coisa, iremos fazê-la repetindo as acções da primeira vez que a fizemos. Isso naturalmente, dependerá do sucesso ou insucesso obtido na primeira acção realizada
Concluindo, o Modus Operandi é utilizado apenas para indicar as evidências, mostrar os objectivos comuns e formar a imagem do suspeito, quando há uma série de crimes em que se verificam ocorrências semelhantes.
Por outro lado, é prova suficiente, real ou circunstancial de um caso especifico, que se obtém com a finalidade de se formar uma identificação do provável autor do crime, assim como o grau de culpabilidade do mesmo.
Entre muitas outras coisas que se pode falar sobre o Modus Operandi, aqui ficou um breve resumo deste tema.
Espero que tenha sido do vosso agrado, volto em breve com mais matérias interessantes!
Um abraço
A primeira matéria publicada sobre o tema, surgiu em Yorkshire, Inglaterra e teve como autor o major W. Atcherly, resultado este obtido através de inúmeras observações sobre cada caso que lhe era apresentado.
Modus Operandi é o conjunto de informações fornecidas pelo criminoso, através da sua específica e individual maneira de agir, incluindo a sua forma de de falar, de estar, ferramentas e armas que usa nos seus crimes, objectos que costuma furtar, métodos e técnicas utilizadas, além de outras características próprias, desde os seus dados pessoais, a tatuagens, cicatrizes, sinais característicos, deformidades físicas, modos de andar etc.
O Modus Operandi foi desenvolvido com base no próprio criminoso que, como todos os seres humanos, é uma criatura que adquire hábitos. Como se sabe, o hábito pode ser adquirido de forma intencional e de forma acidental. Depois de fazermos determinada coisa, o nosso subconsciente reagirá de uma maneira que, todas as vezes que formos fazer a mesma coisa, iremos fazê-la repetindo as acções da primeira vez que a fizemos. Isso naturalmente, dependerá do sucesso ou insucesso obtido na primeira acção realizada
Concluindo, o Modus Operandi é utilizado apenas para indicar as evidências, mostrar os objectivos comuns e formar a imagem do suspeito, quando há uma série de crimes em que se verificam ocorrências semelhantes.
Por outro lado, é prova suficiente, real ou circunstancial de um caso especifico, que se obtém com a finalidade de se formar uma identificação do provável autor do crime, assim como o grau de culpabilidade do mesmo.
Entre muitas outras coisas que se pode falar sobre o Modus Operandi, aqui ficou um breve resumo deste tema.
Espero que tenha sido do vosso agrado, volto em breve com mais matérias interessantes!
Um abraço
sábado, 21 de janeiro de 2012
COMO LIDAR COM O STRESS E A ANSIEDADE DE SER UM DETECTIVE
Por Stanley Popovich
O stress a ansiedade são muito comuns quando você é um detective. Como resultado, aqui está uma lista de técnicas que um detective pode usar para ajudar a gerenciar suas tensões diárias e ansiedades. Às vezes, ficamos estressados quando tudo acontece de uma vez. Quando isso acontecer, a pessoa deve respirar fundo e tente encontrar algo para fazer por alguns minutos para obter a sua mente fora do problema. A pessoa pode fazer uma caminhada, ouvir música, ler o jornal ou fazer uma actividade que lhes dará um nova perspectiva sobre as coisas. Ao enfrentar uma tarefa actual ou futura em seu trabalho quer suplanta-la com muita ansiedade, dividir a tarefa em uma série de pequenos passos e, em seguida, concluir cada uma das tarefas menores, um de cada vez. Completando essas tarefas menores fará o stress mais gerenciáveis e aumenta suas chances do sucesso.Desafiar o seu pensamento negativo com declarações positivas e
pensamento realista. Ao encontrar pensamentos que o fazem com medo ou deprimido, desafiar aqueles pensamentos perguntando a si mesmo perguntas que vai manter a objectividade e o senso comum. Por exemplo, você tem medo de que se você não conseguir o emprego promoção, então você vai ser preso em seu trabalho para sempre. Isto comprime-o, no entanto o seu pensamento neste situação não é realista. O facto da matéria é que há todos os tipos de empregos disponíveis e apenas porque você não fizer essa promoção no trabalho não quer dizer que você
nunca vai ter um.Lembre-se que ninguém pode prever o futuro com cem por cento de certeza. Mesmo que a coisa que você temia acontece há circunstâncias e fatores que você não pode prever o que pode ser usado para sua vantagem. Por exemplo, você está no seu local de trabalho e você perder o prazo para um projeto que você têm vindo a trabalhar nos últimos meses.Tudo o que você temia é realidade.De repente, seu chefe chega ao seu escritório e lhe diz que o prazo
seja prorrogado e que ele esqueceu de dizer-lhe o dia antes. Este factor desconhecido muda tudo.Em lidar com suas ansiedades em seu trabalho, aprender a dar um dia de cada vez. Enquanto as conseqüências de um medo específico pode parecer real, geralmente há outros factores que não podem ser antecipados e podem afectar os resultados de qualquer situação. Obter todos os factos da situação e usá-los para sua vantagem. Quanto mais controle você tem sobre as suas preocupações e ansiedades, o melhor para você será a longo prazo. Aproveitar a ajuda que está disponível em torno de você. Se possível, conversa com um profissional que pode ajudar a gerir os seus medos e ansiedades. Eles serão capazes de lhe fornecer conselhos adicionais e exemplos sobre como lidar com seu problema atual. Ao falar com um profissional, uma pessoa estará ajudando se no longo prazo, porque eles se tornarão mais aptos a lidar com seus problemas no futuro.Controlar seus medos e ansiedades requer prática. Quanto mais você pratica, melhor você se tornará
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
INTERNATIONAL BUREAU OF MISSING CHILDREN INVESTIGATION
Após longa conversa com o Ilustre Dr. Walmir Ferreira Battu, Presidente do CDB, Conselho dos Detetives do Brasil (www.conselhodosdetetivesdobrasil.org) e responsável pelo projecto Bureau Internacional de busca a crianças, adolescente e adultos desaparecidos - INTERBUREAU(www.interbureau.org/), organização não governamental, filantrópica e sem fins lucrativos, que tem como objectivo a investigação e colecta de informação pública ou reservada, bem como a divulgação por todos os meios, de Crianças Desaparecidas em todo o Mundo em total colaboração com a Justiça, Polícias Estaduais, Federal, Interpol e outras organizações congéneres no mundo. Organização legal na forma da lei nº 6.015 de 31/12/1973 - Diário Oficial nº 4757, de 15/05/1996 do Brasil.
O INTERBUREAU, conta com escritórios em vários países do mundo, colaborando sobretudo na localização de crianças desaparecidas.
Como tal, com o intuito de contribuir para este projecto, com a nossa conversa surgiu a ideia e o desafio de ser criada uma equipa de voluntários portugueses, para assumir de forma operacional as acções do INTERBUREAU em território Português, assim como a colaboração com outras organizações estrangeiras.
Deixo o desafio no ar e espero realmente um empenho e vontade principalmente dos investigadores privados portugueses, para em conjunto, podermos formar uma rede activa, prestigiada e dedicada a uma causa muito nobre.
Vamos contribuir para um mundo um pouco melhor!
os interessados podem contactar-me através deste blogue ou através do email info@inteligenciacivil.com .
O INTERBUREAU, conta com escritórios em vários países do mundo, colaborando sobretudo na localização de crianças desaparecidas.
Como tal, com o intuito de contribuir para este projecto, com a nossa conversa surgiu a ideia e o desafio de ser criada uma equipa de voluntários portugueses, para assumir de forma operacional as acções do INTERBUREAU em território Português, assim como a colaboração com outras organizações estrangeiras.
Deixo o desafio no ar e espero realmente um empenho e vontade principalmente dos investigadores privados portugueses, para em conjunto, podermos formar uma rede activa, prestigiada e dedicada a uma causa muito nobre.
Vamos contribuir para um mundo um pouco melhor!
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
INTERNATIONAL BUREAU OF MISSING CHILDREN INVESTIGATION
Após longa conversa com o Ilustre Dr. Walmir Ferreira Battu, Presidente do CDB, Conselho dos Detetives do Brasil (www.conselhodosdetetivesdobrasil.org) e responsável pelo projecto Bureau Internacional de busca a crianças, adolescente e adultos desaparecidos - INTERBUREAU(www.interbureau.org/), organização não governamental, filantrópica e sem fins lucrativos, que tem como objectivo a investigação e colecta de informação pública ou reservada, bem como a divulgação por todos os meios, de Crianças Desaparecidas em todo o Mundo em total colaboração com a Justiça, Polícias Estaduais, Federal, Interpol e outras organizações congéneres no mundo. Organização legal na forma da lei nº 6.015 de 31/12/1973 - Diário Oficial nº 4757, de 15/05/1996 do Brasil.
O INTERBUREAU, conta com escritórios em vários países do mundo, colaborando sobretudo na localização de crianças desaparecidas.
Como tal, com o intuito de contribuir para este projecto, com a nossa conversa surgiu a ideia e o desafio de ser criada uma equipa de voluntários portugueses, para assumir de forma operacional as acções do INTERBUREAU em território Português, assim como a colaboração com outras organizações estrangeiras.
Deixo o desafio no ar e espero realmente um empenho e vontade principalmente dos investigadores privados portugueses, para em conjunto, podermos formar uma rede activa, prestigiada e dedicada a uma causa muito nobre.
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