quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Tráfico de droga: PJ detém três pessoas no aeroporto da Praia

Tráfico de droga: PJ detém três pessoas no aeroporto da Praia
Uma cidadã portuguesa e uma angolana,
bem como um cabo-verdiano, foram detidos nos últimos dias pela polícia por
tráfico de droga e de ouro, indica, em comunicado, a polícia Judiciária de Cabo
Verde.
No comunicado, a Célula Aeroportuária
Anti-Tráfico (CAAT) cabo-verdiana adianta que as três detenções, feitas no
âmbito da operação "COCAIR 3", registaram-se em dias diferentes e permitiram a
apreensão de 340 gramas de ouro e de mais de 3.400 quilogramas de cocaína.
A CAAT, que integra a Polícia Judiciária,
Alfândegas, Polícia de Fronteira e Guarda Fiscal, prendeu os três suspeitos
durante inspeções aos voos da TACV e da Senegal Airlines, com destino a Dacar e
Lisboa, ambos provenientes de Fortaleza, Brasil.
"(Foram detidas) Duas mulheres e um homem,
naturais de Angola, Portugal e Cabo Verde, com idades compreendidas entre os 19
e 43 anos, residentes em Portugal e Brasil", lê-se no comunicado remetido à
agência Lusa.
Na posse dos detidos foram encontradas e
apreendidas 340 gramas de ouro, que se destinavam a Dacar, 2.233,8 gramas de
cocaína, provenientes de Fortaleza, e 1.035,3 gramas de cocaína com destino a
Lisboa, além de uma quantidade não especificada de haxixe ("cannabis").
Segundo a PJ cabo-verdiana, as peças em ouro e a
"cannabis" estavam escondidas na bagagem de mão e a cocaína estava dissimulada
no interior de latas de atum e também de uma peruca utilizada por uma das
detidas
Os detidas foram presentes ao Ministério Público,
que as apresentou ao Tribunal Judicial da Comarca da Praia, para um primeiro
interrogatório, tendo o juiz decretado que um dos detidos fosse sujeito a
julgamento sumário e os restantes dois aguardassem os ulteriores trâmites do
processo em prisão preventiva.
A 05 de setembro último, a PJ cabo-verdiana
deteve uma cidadã portuguesa no aeroporto da Cidade da Praia que, oriunda de
Fortaleza (Brasil), transportava alegadamente nove quilogramas de cocaína,
dissimulada na mala da passageira e destinada a Cabo Verde.
A cidadã portuguesa, de 18 anos, foi então
presente a tribunal, e foi-lhe aplicada prisão preventiva como medida de coação,
estando atualmente detida na cadeia de São Martinho, arredores da Cidade da
Praia, a aguardar julgamento.
A luta contra o tráfico de droga em Cabo Verde,
país considerado pelas organizações internacionais como plataforma de trânsito
para a Europa, atingiu o seu pico este ano com a operação "Lancha Voadora" que,
em outubro último, levou a apreensão, na Cidade da Praia, de tonelada e meia de
cocaína, entretanto já incinerada.

7-12-2011, 11:03:22Fonte: Agência Lusa/Expresso das
Ilhas

Polícia-comunitária na Praia

Polícia-comunitária na Praia 07 Dezembro 2011 A Polícia Nacional (PN) tem um novo método para combater a criminalidade na Praia: polícias-comunitários. São 40 agentes, divididos em oito grupos, que vão viver nos diferentes bairros da capital, fazendo parte da comunidade, no sentido, inclusive, de conhecê-la de dentro ou seja cada local, cada morador e detectar qualquer movimento suspeito ou sinal de perigo.Os bairros da cidade da Praia passam a contar agora com uma polícia diferente – os polícias da comunidade. Esta nova unidade, cujo comando funciona a partir da Esquadra de Eugénio Lima, dispõe de 40 agentes de piquete distribuídos por todos os bairros da capital, onde vão trabalhar durante 24 horas por dia na prevenção do crime, sobretudo em localidades problemáticas como Lém-Cachorro, Paiol, Moinho, Coqueiro, Eugénio Lima, Safende ou Tira-Chapéu.Esses já apelidados polícias de família, ao contrário dos agentes normais, estabelecem-se nas comunidades, mantêm contactos com os moradores, fazem o reconhecimento do local e de indivíduos suspeitos e reportam eventuais sinais de perigo às unidades de intervenção. Mas também podem intervir em pequenas rixas, discussão entre vizinhos e outra pequena criminalidade se a situação exigir uma pronta reposição da autoridade e da lei.À disposição desses polícias-comunitários a Polícia Nacional colocou quatro viaturas, equipadas com sistema GPS, o qual permite ao comando central saber o local exacto onde o veículo se encontra em caso de necessidade de intervenção imediata e reforço policial.Para a PN, este novo sistema de policiamento vem trazer mais segurança às comunidades, já que a sua presença constante nos bairros mais críticos da cidade permite às autoridades atacar o mal pela raiz. Violência doméstica, tráfico e consumo de droga, perturbação pública e delinquência juvenil são, à partida, os casos que poderão contar com a acção instantânea da PN, através desta nova unidade de patrulhamento, que, entretanto, funciona como uma polícia de proximidade na vigia, aconselhamento e inibição da pequena criminalidade que nos últimos tempos vem grassando na Praia.E a população suspira de alívio, por saber que pode contar com uma polícia mais presente e perto de casa.
07 Dezembro de 2011
Fonte: Jornal a Semana

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

INCRIVEL!! Acidente com 8 Ferraris, um Lamborghini e 3 Mercedes (COM VÍDEO)


Fotografia © REUTERS/Kyodo

A polícia japonesa investiga um acidente de trânsito na zona oeste do país que envolveu 14 carros de luxo, entre eles oito Ferraris, um Lamborghini e três Mercedes e que provocou 10 feridos ligeiros.

De acordo com a cadeia de televisão NHK, o acidente aconteceu no domingo, numa autoestrada da província de Yamaguchi quando o primeiro de um grupo de duas dezenas de carros de luxo que viajavam em "comboio" embateu no separador central.

Os condutores que seguiam no veículo tentaram, sem êxito, evitar o choque pelo que os veículos acabaram por chocar em cadeia.
Uma dezena de pessoas ficou ferida e transportada ao hospital. Não foram apurados ferimentos graves.
O diário desportivo Sports Nippon calcula em 300 milhões de ienes (2,87 milhões de euros) o prejuízo do acidente.

VEJA O VÍDEO DESTE APARATOSO E DISPENDIOSO ACIDENTE!

sábado, 3 de dezembro de 2011

WikiLeaks revela “indústria de vigilância” em grande escala

Assange está em Inglaterra, onde luta contra um pedido de extradição para a Suécia 
A WikiLeaks publicou nesta quinta-feira 287 documentos que indicam que dezenas de empresas vendem a Governos tecnologia para vigilância de pessoas, naquilo que a organização classifica como uma “indústria de vigilância” em larga escala.

O material publicado, a que a WikiLeaks chamou Spy Files, inclui, entre outros, catálogos e brochuras, apresentações, manuais de utilização, vídeos promocionais e um contrato (entre a Líbia e a empresa francesa Amesys).

“Publicámos 287 ficheiros a documentar a realidade da indústria internacional de vigilância em massa”, declarou aos jornalistas, em Londres, o fundador da WikiLeaks, Julian Assange. Citado pela agência AFP, Assange afirmou que esta indústria “vende equipamentos tanto a ditadores como democracias, para interceptar [as comunicações] de populações inteiras”.

Segundo o site criado pela WikiLeaks para apresentar os documentos, há empresas a vender equipamentos para “registar a localização de todos os telemóveis numa cidade, com uma precisão de 50 metros”, e software para “infectar todos os utilizadores de Facebook ou utilizadores de smartphone de um sector inteiro da população”. Para além disto, há quem venda vírus informáticos e outro software malicioso para ser instalado em computadores específicos, tecnologia de rastreamento por GPS e material para interceptar ligações de Internet.

Na lista de empresas a vender este género de tecnologia, estão alguns nomes conhecidos, como a HP, a Alcatel-Lucent e a Siemens, cada uma com uma apresentação de sistemas de vigilância. Por exemplo, na apresentação da Siemens – a um produto chamado Siemens Intelligence Platform e feita no Dubai em 2007 – a empresa pergunta: “Já alguma vez se questionou se a pessoa que viaja, para o seu país todos os meses no mesmo dia está a visitar a sede da empresa dela? Mas às vezes a data é um fim-de-semana...”

Entre os clientes estão países como a Líbia e o Egipto, mas também autoridades de países ocidentais, como a americana CIA. “Os Spy Files da WikiLeaks mostram mais do que os ‘países ocidentais bons’ a exportar para os ‘países maus em desenvolvimento’”, afirma a organização.

Esta fuga de informação é a primeira a desde que a WikiLeaks anunciou, no final do mês passado, estar a ter dificuldades de financiamento.

Os documentos surgem duas semanas após o americano Wall Street Journal ter publicado um trabalho de de investigação que revelava “um novo mercado global para tecnologia de vigilância pronta a usar”, que, de acordo com o jornal, tem vindo a crescer desde os ataques do 11 de Setembro.

Tal como fez com o caso dos telegramas das embaixadas dos EUA, Assange actuou em parceria com outras organizações. Os SpyFiles são uma colaboração com a organização Privacy International, com o Bureau of Investigative Journalism (ambos com sede em Londres) e com a OWNY (uma organização francesa especializada em jornalismo baseado em análises de dados).

Há também três jornais envolvidos: os italianos La Repubblica e L’Espresso, o americano Washington Post e o indiano The Indu. Nenhum dos anteriores parceiros de Assange (o NY Times, o Guardian e a Spiegel) participaram no projecto.
A WikiLeaks diz ter mais informação, que será divulgada a partir da próxima semana.

Fonte: O Publico

Estripador de Lisboa confessa-se ao SOL - veja o vídeo

 Assista ao vídeo onde José guedes confessa ser autor dos crimes.

Uma investigação de Felícia Cabrita permitiu descobrir aquele que se presume ser o chamado 'estripador de Lisboa', um assassino em série que em 1992 e 1993 matou três mulheres na capital. É dos casos que a Polícia Judiciária nunca conseguiu desvendar.

Um mistério com 20 anos
Trata-se de José Guedes, de 46 anos, na altura operário da construção civil e hoje desempregado, que habita em Matosinhos. Em resultado desta investigação, levada a cabo pela jornalista Felícia Cabrita, o suspeito foi detido há uma semana pela Polícia Judiciária, tendo ficado preso preventivamente por ordem do juiz de instrução, não pela prática desses crimes, que já se encontram prescritos, mas por ter ameaçado, numa mensagem telefónica, voltar a matar. Guedes declarou-se ainda ao SOL responsável pelo assassínio de mulheres na Alemanha, onde foi emigrante, e de uma outra em Aveiro, crime este ainda não prescrito.

A investigação do SOL inclui longas conversas com José Guedes. Nestas, este não só admitiu a prática desses crimes, revelando pormenores que não foram então divulgados publicamente e que o SOL confirmou junto das autoridades policiais, como revelou ainda o presumível assassínio de outras prostitutas tanto na Alemanha, onde foi emigrante em 1994, como em Aveiro, no ano de 2000.