segunda-feira, 10 de setembro de 2012

JÁ FALAM DE NÓS... TALVEZ SEJA BOM SINAL...!

Segundo o Relatório Anual de Segurança Privada de 2011, elaborado pelo Conselho de Segurança Privada - órgão pertencente ao MAI que fiscaliza a atividade de segurança privada em Portugal e que tive acesso em exclusivo, os detectives privados devem ser regulados.

De acordo com as "conclusões" apresentadas neste relatório, foi dado o parecer quanto a esta matéria que se pode ler abaixo o paragrafo na sua integra:

"No plano dos problemas identificados nas áreas afins, o Conselho de Segurança Privada recomenda a adopção das seguintes medidas:

a) A regulação da atividade de DETECTIVE PRIVADO, em especial, quanto às atividades proibidas, aos registos obrigatórios, aos deveres e direitos e à definição dos requisitos de acesso e manutenção da respetiva licença; (...)"


Penso que será um começo, de forma a sermos reconhecidos e de uma vez por todas nos igualarmos aos nossos colegas Europeus, quanto a termos uma regulamentação da nossa atividade. Assim, com toda a certeza será mais fácil afastar do mercado, aqueles que de má fé, se aproveitam para enganar os incautos e distraídos, dando má fama e mau nome a todos aqueles que tentam dignificar a investigação privada em Portugal.

Um abraço e até breve.

domingo, 5 de agosto de 2012

Agentes da PJ multados por excesso de velocidade em perseguição a suspeitos


Publicado em 2012-07-12

 
O PCP denunciou esta quinta-feira que inspetores da Polícia Judiciária por todo o país estão a ser multados e constituídos arguidos por excesso de velocidade no exercício das suas funções, como vigilância e perseguição de suspeitos, exigindo a intervenção do Governo.
O deputado comunista João Oliveira considerou estas situações, que disse terem chegado ao conhecimento do grupo parlamentar do PCP, "no mínimo absurdas", acrescentando que revelam "a desvalorização a que o Governo quer sujeitar a Polícia Judiciária".
João Oliveira explicou que há inspetores da Judiciária a ser multados por excesso de velocidade "quando estão em operações de vigilância a suspeitos da prática de crimes ou até em operações confidenciais".
O deputado sublinhou que são "levantados autos" contra os inspetores, que são assim "constituídos arguidos" e podem mesmo acabar por ser penalizados segundo o previsto no Código da Estrada para qualquer condutor que ultrapassa os limites de velocidade.
Para o PCP, os inspetores veem-se assim confrontados com uma opção: ou respeitam o Código da Estrada e "deixam fugir os suspeitos de crimes" ou violam os limites de velocidade e acabam multados e perseguidos pela justiça.
"Por parte da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária parece não haver a mínima abertura para considerar estas situações e portanto aquilo que se exige do Governo é uma intervenção urgente no sentido de garantir aos inspetores da PJ e à instituição da Polícia Judiciária as condições mínimas de dignidade para o exercício das suas funções e para o combate à criminalidade, porque é isso que justifica, neste caso, que as regras do Código da Estrada tenham mesmo de ser ultrapassadas", afirmou.
João Oliveira não soube afirmar quantos casos destes já ocorreram, mas realçou que se trata de um "conjunto significativo" de inspetores.
O PCP questionou esta quinta-feira o Governo, através da Assembleia da República, em relação a estas situações, perguntando o que pretende fazer para as "corrigir" e "em que sentido".

domingo, 8 de julho de 2012

Cinco razões para contratar um investigador particular


A internet tornou aparentemente o inquérito poltrona não só possível, mas é fácil. Enquanto há vezes quando você pode facilmente verificar algumas informações on-line, conduzindo sua própria investigação nem sempre é a coisa mais inteligente a fazer. Aqui estão 5 razões porque você deve considerar usar um investigador particular licenciada.

  1. Conformidade/conhecimento jurídico: Detetives particulares conhecem a lei. Ou pelo menos deveriam. Eles sabem como obter e manipular provas e eles sabem como apresentá-lo no Tribunal. Leis de privacidade, de leis bancárias e de regulamentos do estado entram em jogo durante um caso. É imperativo que todas as ações que um investigador assume seu caso podem se levantar em um tribunal, mesmo se seu caso não vai a tribunal.

  1. Habilidade/experiência: Investigadores privados faz isto para viver. Embora algo como a vigilância, o simples ato de dirigir atrás de alguém, pode parecer simples, existem inúmeras variáveis que acontecem durante todo o processo. Um bom investigador tem experiência com eles e sabe como reagir na maioria das situações. Eu digo a maioria, porque nem tudo pode ser previsto. Ter a habilidade e a experiência de improvisar é fundamental para concluir com êxito qualquer caso.

  1. Equipamentos caros equipamentos/adequado: Há um monte de artes especializada lá fora. Muito do que está disponível ao público por um preço. Alguns é complicado, enquanto um pouco dela tornou-se muito amiga do consumidor. Acredite ou não, para efetivamente usar qualquer equipamento, você precisa praticar com ele. Não importa se é um rastreador GPS "ajuste e esqueça" ou uma câmera escondida secreta. Se você não estiver familiarizado com o equipamento, sua operação e suas limitações, você não vai usá-lo com sucesso. Investigadores privados usam essas ferramentas especializadas regularmente e se comunicam com outros pesquisadores para descobrir que tipo de equipamento é o melhor. Só porque seu investigador tem o equipamento mais caro não significa que é o equipamento certo, ou que eles sabem como usá-lo.
  1. Formação: Verdadeiros profissionais nunca param de aprender. Investigadores em particular não devem apenas ser especialistas no negócio de investigação, eles devem se tornar conhecedors em todos os aspectos do negócio de seu clientes, a fim de efetivamente ajudá-los. Há programas de formação contínua disponíveis para todas as especialidades de investigação. Certificar-se de que o investigador aproveita-los. A última pessoa que você quer trabalhar seu caso é alguém que ainda não aprendeu nada, pois eles foram licenciados há 20 anos.
  1. Recursos: Este não é apenas arte. É capital humano. Informantes confidenciais, contatos militares, legais ou governamentais, parceiros de negócios e qualquer outro relacionamento que eles construíram ao longo dos anos. Se o seu investigador não tem os recursos para atender às suas necessidades, bem, sinceramente, eles gastarão muito mais de seu dinheiro tentando.